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Fabio Vale
ICL Agronomy Expert - Brazil

Somente ter atenção na hora da definição do tipo de calcário a utilizar. Primeira coisa a se avaliar são os teores absolutos de Ca e Mg na análise de solo, pois ambos podem ser baixos ou muito baixos, e em solos com CTC baixa, as relações entre nutrientes estarem altas. Dessa maneira poderá estar aplicando calário com baixo teor de MgO e esse nutriente continuar como limitante.

Por exemplo, nivel crítico de Mg a se atingir deveria ser de 8 a 9 mmolc/dm3 (ou 0,8 a 0,9 cmolc/dm3). Se CTC for 40 mmol (ou 4 cmol) e saturação de Mg for de 15%, teor de Mg no solo estará em 6 mmol (ou 0,6 cmol). Se o produtor aplicar 150 kg/ha de K2O, inicia-se o processo de deficiência de Mg induzida pela adubação potássica.

Portanto primeiro avaliar o tero absoluto de Ca e Mg (sugestão buscar manter acima de 25 mmol de Ca e 9 de Mg). Se satisfeito, olhar a relação. Mas nossa sugestão será sempre manter os dois nutrientes em teores altos. Lembrar que normalmente os agricultores aplicam potássio em todas adubações, o cálcio é aplicado com maior frequência (calagem, gesso, superfosfatos, etc.) e magnésio ele fica na dependência da aplicação do calcário.

Atualmente culturas como café, citros, fruticultura, tem se mostrado deficientes em magnésio. Soja tembém tem tido problemas em diversas localidades do Cerrado. 

Detalhe - o autor recomenda somente aplicar Mg em função da relação Ca:Mg e no final apresenta divesros sintomas de deficiência de Mg em plantas, como café. Típicas aonde não se está manejando adequadamente o sistema para definir as reposições. FALTOU Mg NO MANEJO? 

ACREDITO QUE DEVERIA TER APRESENTADO SINTOMAS DE EXCESSO DE Mg, DEFICIÊNCIA DE Ca. 

Lembrar do Dr. Ismail Çakmak, lendo o artigo - Magnésio, o nutriente esquecido! 

http://www.ipni.net/PUBLICATION/IA-BRASIL.NSF/0/FF3AC61CFCC41EC683257A8F00600FBC/$FILE/page14-16-132.pdf2